Álvaro Santos quer dar início a um “novo ciclo de afirmação da região norte”

2026/01/22

Vareiro, eleito presidente da CCDR-Norte, fala em ciclo de “maior exigência estratégica, maior proximidade aos municípios, valorização do conhecimento, promoção da coesão territorial e de afirmação da região norte no contexto nacional e europeu”.

O vareiro Álvaro Santos foi eleito presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Norte, num ato eleitoral onde derrotou, precisamente, o atual presidente daquele órgão, António Cunha. O social-democrata, natural de Ovar e ex-vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, cargo que abandonou para se candidatar à CCDR-Norte, com o apoio de primeiro-ministro, Luís Montenegro, venceu as eleições que tiveram lugar na última semana, com mais de 56% dos votos e garantiu a maioria absoluta para um mandato de quatro anos.
Na hora de festejar, Álvaro Santos destacou assumir a vitória com “humildade e com um profundo sentido de responsabilidade institucional”, dizendo-se “consciente de que ela representa a confiança num projeto coletivo, assente na exigência, na ambição e na capacidade de fazer melhor”.
Em jeito de balanço, o social-democrata disse ao PRAÇA PÚBLICA que, nas eleições para a presidência da CCDR Norte, a resposta que os autarcas da região norte deram “foi um momento claro de afirmação da vontade de mudança”. Álvaro Santos expressou a sua “gratidão sincera a todos aqueles que confiaram nesta candidatura, a quem a acompanhou desde o primeiro momento e a todos os que, com elevação democrática e espírito institucional, contribuíram para um processo participado, sério e esclarecedor”. Depois, o novo presidente da CCDR-Norte falou em início de um “novo ciclo”, que vai ser, “necessariamente, de maior exigência estratégica, de maior proximidade aos municípios e de valorização do conhecimento”, destacou, lembrando que, durante a campanha eleitoral defendeu que “queria recuperar o estatuto prestigiado que a CCDR-Norte já teve no passado, com o seu centro estratégico de promoção e de articulação de políticas públicas nas áreas setoriais que nos estão afetas”. Por outro lado, “este ciclo vai ser de grande promoção da coesão territorial e, por último, vai ser um ciclo de afirmação da região norte no contexto nacional e europeu, em que se insere”, acrescentou.

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